Rodrigo Possebon, que hoje é executivo de futebol do Paraná Clube, teve a chance de viver um momento especial na sua carreira como jogador. Ele fez parte do time do Santos que conquistou a Libertadores em 2011, ao lado de Neymar, que na época era a grande estrela do time. Possebon pode ver de perto o talento incrível do atacante, que se destacou como o craque do torneio e terminou como vice-artilheiro, marcando seis gols, incluindo um na final contra o Peñarol. Essa conquista foi a primeira de muitas que Neymar teve em sua carreira, depois de brilhar em grandes clubes como Barcelona e PSG, além de representar a seleção brasileira.
Em uma entrevista, Possebon não poupou elogios ao amigo e ex-companheiro de equipe. Ele descreveu Neymar como um jogador completo, destacando suas habilidades técnicas, físicas e mentais. “Qualquer adjetivo é pouco. Ele é fantástico, um dos maiores da história do futebol brasileiro e mundial. O que fez naquele ano foi realmente espetacular. O período dele no Santos foi divino”, disse Possebon, lembrando da importância do atacante para o time.
Atualmente, Neymar vem enfrentando desafios, especialmente por conta de uma lesão na panturrilha que aconteceu em um jogo contra o Coritiba. No entanto, ele conseguiu se recuperar a tempo e está pronto para a última partida do Brasil na fase de grupos da Copa do Mundo, que será contra a Escócia. Possebon defende a presença de Neymar na seleção e acredita que sua convocação é fundamental. “Tinha que ser convocado, e vamos torcer para trazer esse hexa para o Brasil”, afirmou.
Rodrigo Possebon lembra com carinho de sua trajetória na Libertadores de 2011. Ele começou como titular e foi eleito o melhor em campo na estreia contra o Deportivo Táchira, da Venezuela. Ao longo da competição, o Santos passou por mudanças de técnico, o que acabou afetando o espaço de Possebon no time. Mesmo assim, ele guarda boas lembranças daquela época.
“Foi uma passagem fantástica. O Santos tinha jogadores de alto nível, como Danilo, Alex Sandro, Arouca, Elano, Ganso e Neymar. Nós fomos campeões do Paulista e da Libertadores. O ambiente era muito leve, e eu aprendi muito. Tenho recordações positivas até hoje”, finalizou Possebon, refletindo sobre aqueles momentos marcantes.