O presidente da FIFA, Gianni Infantino, teve uma remuneração bruta de 4,8 milhões de dólares, o que equivale a quase R$ 25 milhões, referente ao ano de 2025. Esses números foram revelados no relatório de transparência da FIFA, que está disponível no site oficial da entidade. O pagamento será feito em 2026 e inclui um salário-base de 2,6 milhões de dólares (cerca de R$ 13 milhões) e uma bonificação de 2,2 milhões de dólares (R$ 11,5 milhões). É interessante notar que os valores dos bônus podem variar a cada temporada.
A FIFA começou a adotar uma política de transparência em 2019, quando começou a divulgar os salários de seus funcionários. No primeiro ano desse novo modelo, Infantino recebeu aproximadamente 2,9 milhões de dólares (quase R$ 15 milhões) entre salário e bônus. Desde que assumiu a presidência da FIFA em 2016, Infantino já está em seu terceiro mandato. Ele foi reeleito por aclamação em março de 2023, com o apoio das 211 confederações, e seu mandato atual vai até 2027.
Na última quarta-feira, dia 10, Infantino deu uma entrevista na Cidade do México, pouco antes da abertura da Copa do Mundo, que começou com uma vitória do México sobre a África do Sul, com o placar de 2 a 0. Durante a conversa, ele abordou questões polêmicas e compartilhou suas expectativas para esse que promete ser o maior Mundial da história.
Ele destacou a importância da felicidade durante o torneio: “Nossa missão é ter sucesso. Se as pessoas puderem esquecer, mesmo que por alguns minutos, os problemas do dia a dia, e se puderem ser mais felizes durante esses 39 dias, isso já será um sucesso.” Ele também falou sobre a segurança nos estádios, enfatizando que a proteção dos torcedores é uma prioridade, com a colaboração de governos e forças de segurança para garantir que tudo ocorra sem incidentes.
Infantino ainda comentou a respeito da possibilidade de reduzir as polêmicas durante o evento, o que seria, segundo ele, excepcional.